sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Paixão Doentia


                                                          Paixão Doentia


Seu olhar tortura me

afogando me com seus beijos molhados

É mais forte que eu

Uma paixão descontrolada

Trancada

Travada,

acovardada

Não querendo sair

Nem me deixando ir

ou fugir

Sem você

Mudando a minha vida

Me deixando sem saída

Eu aqui calado

parado com o amor

em minhas mãos.

A passo na rua


A passo

Passo e reparo

Me calo, a voz não mais sai

Perguntam mas não falo

Só reparo paralisado

suspiro fundo

respiro aliviado

e com um estralo

me liberto do encanto

fico meio de canto

longe daquela mulher

que faz o que quer

com um simples olhar

É magia para matar

Qualquer homem desprevenido

Me senti quase rendido só

Pelo seu olhar

Continuo passando

Mas nunca mais olhando para

O olhar daquela mulher...

Sussurros de amor

Quero teu ombro para soluçar nele

Quero teu peito para afogar meu desespero

Quero teu colo

Com beijos infinitos...

Quero declarações de amor

Sussurros no ouvido

Carinhos e caricias

Gritar meu nome

para o mundo todo ouvir...

Lembrar do primeiro dia

na minha companhia

Tornando tudo fantasia

Quero um pouco da tua alegria meu amor

E teus lábios para calmar meu grito

Que verte teu nome

No silencio da madrugada...

Reflexo
Se tiver não fosse possível

meus olhos não seriam meus por anverso

mas teus !

pois só teu sorriso já me satisfaz

no silencio de teu reflexo.

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A origem da vida...é o ciclo em movimento.

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ELDORADO DO SUL, RGS, Brazil
Um escritor que vive no anonimato Graduado em gestão imobiliária e licenciado em Geografia.