segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Tempo perdido

Um tempo se esgota,
e começa outro...
Tenha paciência!
Quem sabe o tempo lhe ajude
a entender.

Gilliard Xavier

domingo, 10 de julho de 2016

pobres poetas

As incertezas e o amor
as paixões e desilusões,
as dores d'alma...
Pobres poetas!
Se alimentam de sentimentos
com sabor de sofrimento.
Mas são só  momentos,
hora muda,
tudo floresce e some o breu...
E essa dor que doi como ferida
muda a vida,
E ele, coloca mais tinta
e segue a escrever...
Mesmo porque a insónia
persiste ele tem que viver.

Gilliard





Saudades

Que saudades de você,
onde foi que se escondeu!?
Que meus olhos não  á encontram.
Onde estas?
 Seu perfume que não sinto,
pelo ar...

Onde estas?
Que não escuta minha voz,
gritando seu nome,
essas linhas tênues do destino
passam por caminhos que percorro
é não á vejo. 

Essas noites escuras me confundem,
com sonhos fantasiosos ,
e esse som do mar quebrando as ondas 
dificultam escutar teu canto
onde foi que você se escondeu?
Onde foi que se perdeu de mim?


Gilliard Quadrado Xavier

Leve á vida

A vida nem Freud explica!

Nem tente, entende-la,

Apenas leve á vida

ou á vida leve...


Gilliard Quadrado xavier

Lembranças

Será que me esqueceu?
onde estão todas as lembranças!
aquela segurança,
o sabor do beijo, calor do abraço.

Aquele amor declarado,
lado a lado,
aquecido em meu peito.
Será que me esqueceu?

Não me responde,
não me houve mais,
Não me vê...
Como aguenta?!

É realmente, não tem jeito,
estou só!
tanto tempo longe,
escondendo-se entre tempos e carinhos.

E eu! desfrutando desse sabor amargo
que se chama solidão...
Meu coração, desacelera, desfalece 
se debate com esse tal sofrer.

Como para com esse desatino?
essa dor, que não para de doer.
essas memorias que se desfazem 
ao longo do tempo.

essas entre linhas do destino
que se cruzam entre realidade e delírios...
Será que me esqueceu
ou eu que lembro demais...

Gilliard Quadrado Xavier

domingo, 12 de junho de 2016

Enamorados

Enamorados

Hoje dia frio!
Dia romântico!
Abra um vinho, duas taças...
Abra o livro do Neruda
Abrace seu amor,
E declame um poema...
renove seu amor.

Gilliard Xavier

quinta-feira, 5 de maio de 2016

As faces da moeda

Quanta indiferença e desigualdade
sofre nossa humanidade.
com essa doença que transforma o homem em semideus,
é uma grande fatalidade.

Uns trabalhando pelo pão de cada dia e por sua família,
outros pelo caviar de todo dia e seu bem próprio.
Uns pela água que mata a sede,
outros pela riqueza e o gasto em vão.

Essa relevância:
 faz a maioria contar suas moedas,
outros, encher seus bolsos e suas cuecas.

Pois então: o mundo gira,
o povo se ilude, o tempo passa,
e ele esquece, a prece e come o pão.


Gilliard Quadrado Xavier

terça-feira, 3 de maio de 2016

constantes momentos

Constantes momentos

A coisas inexplicáveis,
Que a mente humana não aceita
Que a vida só adia...
como os sonho que não saiu do papel,
Uma viagem de ida,
Uma historia perdia
O desencontro do amor,
Quem sabe tudo isso pode ser
um pensamento passageiro!
Ou um devaneio!
uma loucura de momento,
Sem tempo!
Preciso organizar meus pensamento sem
Rum e gelo...
Como procurar a felicidade?
no amanhã e não viver seus anseios de hoje.
Isso é ser infeliz!
Oque você me diz?

Gilliard Quadrado Xavier

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Inspiração

Os pensamentos,
veem, surgem,
Brotam,
e eu,
Apenas os escrevo...

Gilliard Quadrado Xavier

quinta-feira, 31 de março de 2016

Amar ou morrer

Quando eu morrer,
Vejam se não foi de amor...
Pois a dor, me persegue e me consome, entranhada em meu peito.

Será  que morro desse jeito?!
Quem sabe caio ao leito e morro de amor.
Pois minha vida é
amar ou morrer...

Gilliard Quadrado Xavier



domingo, 13 de março de 2016

Dores da Alma

Estranhas fendas
surgiram no meu corpo,
fendas escuras,
ferem como chagas,
transformando meu sorriso
num mar de lágrimas,
Essas que caem como sangue
aumentando meu sofrimento...
 Neste lamento que fere a alma
e contempla a dor.
Trazendo para o mundo
o meu sofrimento amargurado
por forças que meus punhos não
vencem e meus olhos não vêem...


Gilliard Quadrado Xavier

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

temporal de emoções

Temporal de emoções

A chuva chega,
o tempo fecha
Caí, corre e molha
Temporal a vista
E eu pobre infeliz
 cheio de sentimentos
Na sua janela a espera,
de um boa noite um aceno
Caí a chuva e sopra o vento
E eu sei que não tenho jeito
Fico a esperar, esperar...
As luzes piscam e se apagam
E tornam a acender
Mas eu em minha ignorância penso que foi um sinal
Nada anormal é apenas queda de luz...
Acordo na calçada com a alvorada estrelas ainda se escondendo
Mais um dia chegou
Acordo do sonho e nada mudou.

Gilliard Quadrado Xavier

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Um verso poético

Um verso poético
A poesia me faz pensar
Pensar me faz escrever
Escrever me faz lembrar
 de você. ..

Gilliard Quadrado Xavier 

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A origem da vida...é o ciclo em movimento.

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ELDORADO DO SUL, RGS, Brazil
Um escritor que vive no anonimato Graduado em gestão imobiliária e licenciado em Geografia.